
Devido ao Congresso da UEE-SP, realizado entre os dias 11, 12 e 13 de junho em Campinas, o blog está parado desde sábado dia 06/06 (número cabalístico).
As atividades retomam a normalidade a partir de amanhã!


A maior empresa do Brasil não se constitui apenas de um patrimônio econômico, mas também de uma postura exemplar! Desde o dia 2 de junho, a Petrobrás publica um blog em que divulga fatos, dados e o posicionamento da empresa com relação a CPI em curso no Congresso.
Tal medida, além de transparente e democrática, serve de exemplo para outras empresas e para o Poder Público. Por outro lado, a medida desagradou alguns meios de comunicação, que se sentiram “invadidos”... Não estão muito acostumados a serem notícia, já que passam a maior parte do tempo controlando o que deve ser lido pelos Brasileiros. A iniciativa da Petrobrás é genial, pois garante o livre acesso ao conteúdo completo do que foi perguntado para a empresa, não apenas o que for publicado (e filtrado) pela Folha de S. Paulo, pelo Globo ou pelo Estadão.
Parabéns Petrobrás! Grande iniciativa!
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De São Paulo-SP.

Há 47 anos os países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) cometeram uma das maiores excrescências da Política Internacional ao expulsar Cuba da organização. Foram 14 votos pela expulsão, 1 contrário (de Cuba) e 6 envergonhadas abstenções (incluindo o Brasil de João Goulart). A desculpa para a expulsão de Cuba foi a oficial adesão de seu governo ao Marxismo-Leninismo que, segundo a resolução da OEA, “quebra a unidade e solidariedade do hemisfério”... Em suma, o fato dos Estados Unidos invadirem militarmente outros países do continente não ameaça a solidariedade do hemisfério, mas o alinhamento de Cuba ameaça. O resto da história conhecemos bem: com apoio financeiro e logístico dos EUA, a maior parte dos países membros da OEA caíram sob o julgo de sangrentas ditaduras.
A recente decisão de autorizar a re-filiação de Cuba na OEA é uma prova de que o mundo realmente mudou e que os países do continente não são mais absolutamente submissos ao Império Americano. O mais importante foi a derrota da proposta estadunidense de condicionar a re-filiação de Cuba à reformas.
Para atrapalhar a festa, o ex-presidente cubano, Fidel Castro, declarou que acha que a ilha não deve voltar à OEA, já que está organização é cúmplice de crimes contra Cuba. Anteriormente ele havia proposto a extinção da OEA e a instauração de outra organização no lugar, dessa vez sem os EUA.
De fato, Fidel tem alguma razão nas denúncias, mas se Cuba decidir ficar fora da OEA, a vitória da “rebeldia” latino-americana contra a política externa dos EUA terá efeito inverso. O não-ingresso de Cuba na OEA será usado pelos Estados Unidos como prova de que a pequena ilha não quer se integrar ao resto do continente e que, por isso, representa um perigo, mantendo assim o vil embargo econômico.
Com todo respeito a Fidel, torcemos para que, nessa questão, o Presidente Raúl Castro seja menos orgulhoso e mais pragmático que o irmão.
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De Campinas-SP.
O PMDB é o maior partido do País, com maior número de filiados, de Vereadores, de Prefeitos, de Governadores, de Deputados Federais e Senadores, além de seis ministros. Apesar disso, não tem um nome nacional para disputar a Presidência da República, ou seja, é a noiva da vez, disputada pelo PT e pelo PSDB.
A tendência é que o PSDB leve a melhor...
Parte do PMDB quer apoiar José Serra, sendo liderados pelo ex-governador Orestes Quércia e pelo Senador pernambucano Jarbas Vasconcelos, pelo Governador paranaense Rubens Requião (pois é, pois é, pois é!) e pelo Presidente da Câmara Michel Temer. Além disso, Quércia tem feito articulação para garantir ao tucano o apoio do baiano Geddel Vieira Lima (Ministro da Integração), de José Fogaça (Prefeito de Porto Alegre-RS), de Garibaldi Alves (Senador pelo Rio Grande do Norte), de Jader Barbalho (Deputado Federal pelo Pará), de Iris Rezende (Prefeito de Goiânia-GO) e de Luiz Henrique da Silveira (Governador de Santa Catarina). As chances de grande parte dessa turma embarcar na candidatura de Serra é grande, pois todos estes, nos seus estados de origem, ou tem problemas com o PT, ou tem boas alianças com o PSDB. Enfim, é a política estadual dirigindo as decisões nacionais.
PT e PMDB são dois partidos muito parecidos. Ambos iniciaram sua trajetória na Esquerda e aos poucos foram se dirigindo ao centro do espectro político. Ao atingirem o poder, os dois partidos foram inflados por todo tipo de oportunista e fisiologistas. São os dois partidos com mais força, estrutura e inserção nacional. O mais natural é que eles disputem o mesmo espaço, o que dificulta alianças.
Como foi bem apontado pela colunista Lúcia Hippolito da CBN, apesar de parecidos, o PT e o PMDB têm uma diferença crucial, enquanto o primeiro tem uma tática nacional, o segundo é regionalista. Sendo assim, as disputas regionais afastam o PMDB de uma aliança, a não ser que uma decisão do Diretório Nacional do PT imponha isso aos seus Diretórios Estaduais. O que é difícil.
A tendência é que, a cada dia, o PT fique mais parecido com o PMDB. Vejam um aspecto interessante: até o escândalo do Mensalão, havia um influente setor da chamada “Esquerda Petista”, composta por uma dezena de pequenos grupos ideológicos, radicais e puristas. Essa tal “Esquerda do PT” ainda existe, mas hoje é apenas decorativa, não influencia e nem faz barulho, um processo mais ou menos parecido com o antigo Grupo Autêntico do MDB, que foi derrotado pelo Centrão... Existe coisa mais parecida com o Centrão do que a Articulação do PT (o Campo Majoritário, hoje rebatizado de Construindo um Novo Brasil)?
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De Campinas-SP.
Na quarta-feira (03/06) o jornalão O Estado de S. Paulo publicou editorial intitulado “A Greve da USP” em que demonstrou toda sua ideologia reacionária e praticamente declara apoio ao pré-candidato presidencial José Serra (que nas horas vagas é Governador de São Paulo). Além do curioso fato do editorial simplesmente ignorar que a causa das sucessivas greves é a falta de uma política salarial para a universidade, o Estadão destila oito parágrafos atacando os sindicatos de trabalhadores e professores da USP, bem como o Movimento Estudantil.
Mas a melhor parte é essa transcrita abaixo:
A pauta de reivindicação dos professores também é corporativa e política. Além do reajuste salarial, eles pedem a expansão do ensino superior público, autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, democratização da estrutura administrativa e do funcionamento dos colegiados e revogação das "políticas que terceirizam o trabalho".
A pauta de reivindicação corporativa e política... Muito curioso! Existe algum outro tipo de reivindicação? Ao que se sabe, toda reivindicação, ou é corporativa (quando reivindica para a categoria) ou é política (cujo teor é exatamente o contrário da corporativa, já que reivindica ações que beneficiem o restante da sociedade).
Ao criticar os professores por terem uma pauta corporativa e política, implicitamente o Estadão declara-se contra absolutamente qualquer tipo de greve... Mas isso não surpreende mais ninguém.
Quem quiser conferir o Editorial, leia aqui o original.
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De Campinas-SP.
A Microsoft anunciou que o Windows 7 será lançado em 22 de outubro.
DICA DE ESPECIALISTA: Compre o Windows Vista, versão imediatamente anterior ao Windows 7.
EXPLICAÇÃO: Tradicionalmente as versões do Windows são lançadas cheias de bugs, que serão resolvidas aos poucos, ou seja, enquanto o Windows 7 vai dar um monte de problemas para os usuários “apressadinhos”, a versão do Windows Vista atingiu a maturidade e já teve todos os seus bugs corrigidos.
Quem avisa amigo é!
EM TEMPO: Provavelmente todas as "inovações" do Windows 7 já existem há um tempão em alguma versão do MAC OS ou do Linux...
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De Campinas-SP.
Essa brincadeira de “ditabranda” atingiu não apenas a credibilidade da Folha de S. Paulo, mas também seu bolso. Não foram poucos os pedidos de cancelamento de assinatura desse jornal por causa do infeliz editorial (que depois gerou até retratação, coisa rara em um órgão tão arrogante como esse).
De uns tempos para cá, a Folha lançou uma agressiva campanha em busca de novos assinantes. A campanha tenta reforçar a imagem do jornal como amplo, plural e democrático. A Folha gosta de se apresentar assim, mas sua história é exatamente o inverso.
Além de entusiasta do golpe de
A virada ocorreu durante o governo Collor. Após uma invasão da Política Federal às dependências da Folha, Otavio Frias Filho resolveu deixar de lado sua vida de playboy para assumir o jornal da família. A partir de então a Folha assumiu uma linha editorial mais ampla e plural, mas pero no mucho, já que sempre esteve mais alinhada ao PSDB.
A Folha e os tucanos estão tão atrelados que o jornal acompanhou o processo de direitização do PSDB. E, enquanto o Governador Serra assume o papel de Paulo Maluf como representante-maior do conservadorismo paulista, Frias filho se tornou uma réplica de Frias pai. Tão igual a ponto de redigir editoriais aliviando a Ditadura a quem serviram com ardor e paixão.
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De Campinas-SP.